sábado, 17 de novembro de 2018





17.  -:- GUERREAR – O PLANTAR DA VIDA JOVEM -:-  
Construção Emotiva
15 A 24 ANOS





“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo 
o propósito debaixo do Céu”


“ Tempo de  B u s c a r.. 

( para Edificar o Bem de Qualidade) ”
 Ec 3.1 – 5



 S e n s i bi l i d a d e _ em lidar 
com as_ consequências 

da ausência_ do 
A p e r f e i ç o a m e n to  
da_ própria _S e n s i b i l i d a de  




O portão estava encostado, quando Coração chegou para visitar a Mestre.
Chorou por todo o caminho de viagem, poucas as vezes parou para sorrir, quando a lembrança do tanto que lhe fazia bem a menina... lhe eram arrebatadoras em um sorriso.

- Sorriso que nunca mais vi!, pensava Coração angustiado, seguia como que desesperado por dentro procurando saber a resposta:
 - Quem poderá me ajudar ? 
- Quem poderá me tirar a lembrança de que ela morreu! 
E morreu por minha culpa? Não pode ser...

Coração andava pelas ruas desconsolado, não sabia para onde ir, para que ir, fazer o que, e onde se encontrar.... parecia que todos os sentidos se haviam ido embora, e todos de uma vez só, em uma hora só... não lhe restava nada mais...


Só havia um Consolador, em tudo isso. Esse era Mestre.
Ao fim de tudo, voltava-se ele para Mestre 
Ao resumo de todo o D e s t i n o  percorrido, encontrava-se ele com Mestre unicamente, novamente, mais uma vez.. 

Talvez fosse pra isso que todo o transtorno aconteceu. Para que ?
Para aprender ele à_ D e f i n i t i v a m e n t e_ conversar-se com Mestre às profundas e a sós como o Esperado por Mestre 

Coração sempre se esquivava de ser totalmente inteiro em um dialogo profundo com Mestre, de alguma forma, sempre havia alguma coisa para fazer, ver, realizar, e Mestre ficava para pouco mais tarde, afinal Ele era alguém de Eterna decisão de companhia, poderia deixar para depois...


Mas isso não deveria ser assim. Não era assim que se considerava alguém que lhe dedicara todo sangue e vida. Não era assim que se tratava Mestre.


O Amor deveria ser Fortificado - O Amor deveria ser Voluntário - O Amor deveria ser o primeiro a CAUSAR um IMÃ de aproximação entre 

Coração e Mestre Senhor 
mas por uma estranheza de algum interesse egoísta e material que não se identificava ao todo. Não foi assim.



O Raio x,  final de todo o Caminho, mostrava-lhe problemas: a perca da menina Amada 

Voltaria coração para Mestre, para o ultimo exame, que já poderia ele ter uma ideia do resultado.

Não estava tudo bem.
Não se sentia bem.

Talvez tivesse que pagar alguma sentença, das suas ações ou omissões.
Talvez tivesse um preço eterno a lidar por causa da sua distancia de Mestre Senhor

Não dava pra saber. Só Mestre Senhor para dizer à Coração.


Empurrou um pouquinho o portão, e pode ver Mestre de joelhos terminando de colocar a grama verde em cima de onde havia enterrado a menina, ao lado da cadeira de madeira polida. 


Estava Mestre com os olhos inchados também. Havia prometido passar aquela tarde num piquenique particular ao lado da Amada morta e enterrada.  

Esperando Coração chegar, para passar a tarde, quem sabe com a presença de Coração Mestre poderá sentir de alguma forma a Consideração dos dois, e ressuscitar a garota. 


Mas isso só se fosse Verdadeiro, algo que Mestre pudesse sentir que era de Verdade, com acordo a Coração

Caso contrário permaneceria a menina morta, jamais Mestre fazia alguma coisa sem sentido, ou sem verdadeiramente sentir, e principalmente com a presença de Coração 

Era mais sério ainda.


A tardezinha estava silenciosa, tarde de olhos embargados. 

- Ela fez o melhor que pudia, disse Mestre à Coração 

- Sim Senhor, de alguma forma eu percebi, respondeu coração abaixando a cabeça

Mestre afastou a cadeira de madeira para a direita e fez sinal para Coração

- Por favor, sente-se 
- Obrigado Senhor, respondeu Coração, que ao se sentar, não suportou o olhar de tristeza, carinho, ternura, mansidão, compreensão e dor de Mestre


- Eu simplesmente não acredito! Disse Coração em lágrimas - Mestre eu não acredito, não consigo colocar essa ideia dentro de mim, que depois de tanta coisa, depois de caminhar por tanto tempo com Perola, ela simplesmente tenha morrido ?

- A Vida Eterna só é vista, depois dessa realidade meu Amado, enquanto se está aqui, pode-se estar propício à morrer 

- Mas por que ela ? Ela seria a pessoa que mais demostrava vida, força do Senhor, Graça da tua palavra, por que ela, teria que morrer ? Dizia Coração compulsivamente...


- Meu filho, ela estava sozinha, não sabe o risco de alguém que vive brigada com o Coração?
- Eu sei, mas confiei que ela estivesse com o Senhor, ela jamais deixa o Senhor por nada, com certeza ela iria ficar bem 

- Coração, as pessoas ficam bem comigo, quando elas estão bem com elas, e isso acontece quando elas tão bem com você!

- Mas eu não sou o primeiro, o primeiro é o Senhor Mestre!

- Sim, eu sei que sou o primeiro, mas nem sempre as pessoas conseguem me ouvir, quando estão brigadas com o Coração! Nem sempre as pessoas conseguem me  ver, ou enxergar o que eu faço se estão sem Coração, se estão longe de você!


Mestre se colocou de pé e virou de costas, falando lhe algo que doía até mesmo nele, mas era preciso em tom de sentença 


- Você deixou ela, sem você. Ela ficou sem Coração. Nada mais que a sua presença resolvia, mas você se foi, sem piedade, por todo o longo período e distancia.  


Coração começou a chorar novamente  

  
Mestre se pôs a sério, era hora de falar de essências com o Coração que parecia um menino às lagrimas 

Mestre voltou-se para coração, agachou -se a altura de Coração sentado e disse:


- A minha questão para contigo é: 
- O que o fez atraído no caminho, para desprezar por tanto tempo à Perola ?
- Fizestes aliança com Quem para desprezar essa menina por tanto tempo ?


Mestre não se aguentou, 
levantou-se com ira e pôs se a empurrar a mesa com o chá e ultimo café que a menina tinha posto para ele, começou a lançar as almofadas ao longe.. e a dizer aos prantos, ao berros e aos clamores... expressando a sua mais alta dor... dizendo  


- Eu te mandei fazer alguma coisa com interesse de homens ?
- Eu te mandei fazer algum acordo de interesse seu próprio, sem antes cuidar dessa menina que tinha ligado seu Coração a você ?
- Eu te ordenei ter outros interesses que não fosse os meus ?
- Por que te demoraste para voltar a realmente cuidar dela?


Todo o piquenique desmontado, pelo nervoso de Mestre Senhor 


 - Se fosse para você fazer acordo com outros pelo caminho, eu não teria te enviado Perola para você cuidar primeiro, eu teria feito você sair por ai realizando negócios, com outras importâncias  





Voltou para Coração de novo e lhe deu uma chacoalhada nos braços 



- Eu te dei ela para cuidar, não foi para brincar de espera 
- Acaso Eu não sei fazer as coisas ?
- Acaso Eu não sei preparar os Tempos ?
- Acaso Eu não sei medir as ordens Certas ?
- Estava eu muito adiantado, quando lhe apresentei a Menina ?

- Eu sabia o que tinha preparado, tu não soubestes ver, e por mais dos anos que te tenho mostrado, ignoraste todo o meu falar, o meu dizer, Saber. 




Mais uma vez, Mestre não suportou e chorou em voz alta, para toda natureza ouvir, gritando aos soluços disse :



- Eu permiti que ela morresse!
- Mesmo com toda a força de vida dela e toda a vontade de permanecer feliz que ela tinha, Eu a matei! 
- E sabe para que ?  perguntou Mestre voltando para Coração que estava sentado... e dizendo em voz baixa 


- Para que você voltasse Coração...
- Para que você viesse a MIM 



- Para você entender SEVERAMENTE, PROFUNDAMENTE, GRAVEMENTE, ( e esse entender seu só podia ser através de uma causa SEVERA - PROFUNDA e GRAVE,)  a fim de que você finalmente enxergasse por dentro das suas entranhas, de que você é importante quando eu te fiz, para as pessoas que ligam o seu viver com o seu Coração 

- Você foi feito com um Poder de INFLUENCIA SEVERO e deve ter CUIDADO com aqueles que eu te dou para CUIDAR 

- Você foi criado por mim para ser A MINHA EXPRESSÃO, REPRESENTAÇÃO e DIREÇÃO e NADA pode atrapalhar o seu desenvolver em mim


Levantou-se de novo, lembrando-se de todo o Nervoso e gritou por ultima vez:



- E não para FAZER  com as pessoas, o que você quer DA SUA MANEIRA! 
- E não para NEGOCIAR os seus PLANOS, sem cuidar DO QUE EU FAÇO, DO QUE PRIMEIRO EU REALIZO na sua vida!

  
Sua ira aumentou de novo, a Dor estava muito grande nELE 


- Se você estava pensando em alguma coisa, deveria ter PELO MENOS pessoalmente ido perguntar para PÉROLA o que ela gostaria que fizesse, se caso você queria concordar com alguma coisa no caminho



- E não DEIXA-LA a SÓS!
- e NÃO MATA-LA !



Levantou-se e se virou de costas depressa se afastando um pouco, para se esfriar, não queria tocar em Coração a ponto de feri-lO,  não queria fazer dano à Coração, tinha prometido à Perola que lhe fez garantir que nada de mau faria à Coração, por mais que lhe fossem as falhas





Depressa se agachou onde estava a menina, e em Desespero Mestre começou a desenterra-la de onde estava com as próprias mãos 



Nada tinha que fazer Coração
Nada tinha que falar 
Nada tinha que explicar
Nada tinha que reagir 


só lhe restaram as lágrimas  



O Nervoso de Mestre estava incontrolável por lembrar da Dor da menina.


Desenterrou - a, arrumou a mesinha do café de volta, tirou ela da Terra, tirou de sobre ela toda a terra que havia restado, dizendo:


- Minha querida, minha amada, eu sei que ele não cuidou de você, mas eu cuido, eu sempre cuidarei, ainda que eu permiti que morresse e foi para que Coração entendesse que ele não te cuidou.... dizendo, limpando a menina e chorando com suas lágrimas sobre ela, Mestre concluiu..

- Mesmo assim querida, eu te cuidarei, eu te Despertarei, eu te farei viver ainda mais do meu Amor, eu te farei vencer ainda mais com minha Vida, te colocarei uma força ainda maior de realização...



Coração estava parado!
Não entendia mais o que poderia Acontecer 


- Haveria Mestre de Ressuscitar a Menina ?
- Sem antes que Coração próprio lhe pedisse ?


- Que poderia acontecer ?



Mestre haveria de ressuscitar a menina, não por causa de Coração, Ele lhe havia aborrecido, e essa dor ainda não havia passado.


Mas ia trazer a menina de volta, porque Amava-lhe com todo o viver e ser. Não suportava de ver a menina enterrada  e morta. Não suportava a ideia de lembrar das tantas vontades de vida da menina se ir ao leu. Tanto que ela Amava o Mestre, tanto que ela considerava o Viver.

Não poderia ela, deixar de Viver!
Não poderia ela, deixar de Conhecer o Melhor da Vida!

Simplesmente, porque um Coração, não lhe deu atenção. Na hora Devida, na hora Precisa.


Enxugou as lágrimas, diante de Coração e disse:


- Eu vou ressuscita-la, mas ela virá com um outro viver. - Ela virá diferente. Ela já não estará como antes esteve para você!




Coração se assustou com o dizer de Mestre:

- Mas.. mas.. o, o Senhor Mestre, vai lhe dar outro Coração ?


- Não...ela ainda estará sem Coração, disse Mestre, falando com ternura ao olhar para ela, morta à mesinha 

- Ela terá um tempo, para conhecer outro Coração, lhe darei a capacidade de examinar a vida, e escolher como um Presente o Coração que desejar 


Isso foi Doloroso para o primeiro Coração, quase não consegue falar 


- Essa será a sua repreensão Coração, disse Mestre


- Voltarei ela a vida, é os eu desejo e o meu também, mas o tempo é dela agora, e eu quero que ela dedique tempo a um novo amigo Coração.



- Ele virá aqui ? Perguntou o velho Coração 
- Ele já está vivo, já o preparei sem que Perola soubesse, está por aqui, e em breve irá buscar onde Perola está 


- Como este novo Coração existiu Mestre ? Perguntou o primeiro e velho Coração, meio enciumado 


- Eu lhe contei dela, sem ela saber   

- O Senhor Mestre ? 

- Sim, eu criei um dia em que ele viu a Perola, sem ela imaginar que era Eu que estava mostrando
- E ai ?
- Coloquei incentivo, motivação e curiosidade nele de buscar saber o que estava acontecendo com Perola, mas não lhe permiti que se aproximasse dela a ponto dela saber 


- Mas Mestre, porque deixaste isso acontecer ? Perguntou o velho e primeiro Coração 

- Porque queria chegar aqui, queria chegar ao dia de hoje, queria chegar até você, queria olhar bem dentro dos seus olhos, e mostrar através de fazer você sentir, que as suas reações são de EFEITOS IMPORTANTES e por isso tem que tomar cuidado com o que faz e com o que não faz. 



- Estas triste comigo Mestre ? perguntou Coração 
- A minha tristeza não me destrói, se você tem força e capacidade de obedecer o que eu sigo a lhe dizer. Logo minha alegria voltará, disse Mestre com meio sorriso, olhando para Pérola morta 


- Ela vai voltar, disse Mestre, olhando com Esperança para Coração. - Mas te verá como Amigo, e te tratará como Amigo, assim como outro Coração 



- Quando que ela poderá me ver como um Amor aliado Mestre ?
- Só a convivência Real a fará decidir 
- Mas ela terá força para manter se amiga, do Coração que se chegar a ela ?
- Sim, a morte que eu a fiz passar, a preparou para viver primeiro, só para mim



- O Senhor sabe dizer se vou conquista-la novamente ?

- Vai depender da convivência real e feliz que ela realmente tiver 
- Vai depender de ela não ter divergências com o Coração que estiver com ela 
- Vai depender de toda a Igualdade que ela sentir e aperceber em todo o seu conviver 



- Quando poderei ver ela ?
- Agora, já 

- Mas e o outro Coração quando poderá ver ela ?
- A hora que ele também quiser, agora, já! Aliais estou muito contente com ele, tem se mostrado disposto a me dar uma chance... e estou muito animado com isso, através dele poderei realizar obras excelentes em sua vida e de Perola também, torço para que não se demore, há muito trabalho para fazer. 


- Mestre, como vou suportar tudo isso ?
- Sendo imediato, e respeitando os limites dela 


- Quais serão os limites dela Mestre ?
- Exigirá amizade, convivência, e provas de que você estará sempre me ouvindo em primeira mão urgentemente sobre tudo, vai ser um teste onde não se sabe quanto dura 


- Poderei estar aqui, mesmo se o outro Coração estiver ?

- Sim, sem problemas, como disse ela está primeiro formada para Amizade e trabalho, e seu Novo Amigo Coração lhe ajudará em muito trabalho. E eu preciso que ele exista e venha, tenho pressa porque através de trabalhar ao lado dela, vou preparar ele para uma obra grandiosa e etapa poderosa comigo, através da vida dele.


- Deixarei meus negócios então Mestre, cancelarei minhas propostas que fiz no meio do caminho com outros e  voltarei a minha dedicação, só não sei o que vou fazer quando ela estiver falando com outro Coração 


- Quando acontecer, venha conversar comigo, eu ainda sou a melhor companhia, quando outro não pode falar com você, por certo nessa hora, eu tenho algo maior a te instruir e te falar em alguma realização que estarei fazendo na sua vida .


- Te cuidarei, não lhe faltará amparo  



Disse Mestre, ao inclinar-se aos ouvidos da menina e dizer :


 - Querida perdoe-me por te fazer morrer, foi necessário, mas por favor Desperte para mim, te darei vida para que você volte ainda mais para mim, eu prometi te cuidar e aqui estou, agora é a hora meu amor, é hora de viver.  



A Menina acordou dizendo:

- Mestre, onde está meu Amigo Rei ?

- Amigo Rei ? perguntou Mestre

- É o Guardador de Segredos daqui, sonhei que ele estava guardando algumas coisas que pertencem a mim, e preciso encontra-lo Mestre. 



Disse a menina animada, com a novidade, sem dar muita importância com a aparente bagunça que parecia acontecer ao redor do piquenique que ela havia arrumado.



Deu um pulo da mesa, ao chão, abraçou a Mestre cheia de vida e disse:


- Mestre o Senhor vai demorar muito pra me mostrar o Amigo Rei ? 



Não tinha reparado que Coração estava ali, não conseguia reconhece-lo. Apenas saudou o rapidamente com ternura.


- Esse é um Amigo que me serviu como o Instrutor que guia as pessoas na terra querida até aqui. Disse Mestre 

- A sim, e o Amigo Rei Mestre ? Quem é ?

- Já o convidei, está para chegar querida.


Mestre esperava mesmo que Amigo Rei o Novo Coração viesse, já lhe tinha falado a respeito de outro Coração existente, já lhe tinha preparado, de que era necessário realmente, levar a sério a importância de se existir e realmente vir.


- Não vejo a hora dele chegar Mestre, ele está com os Segredos! disse Perola encantada com o que havia sonhado enquanto estava morta 


- Sim querida eu também!...disse Mestre, voltando a preparar a mesa, para servir, aguardando o novo Coração.
   





https://www.youtube.com/watch?v=9OfcCAJeB2Y
Michael W. Smith: This Is Your Time (Instrumental)


segunda-feira, 17 de setembro de 2018



17.  -:- GUERREAR – O PLANTAR DA VIDA JOVEM -:-  
Construção Emotiva
15 A 24 ANOS


“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do Céu”
“ Tempo de Buscar..” Ec 3.1 – 5








A menina estava agradecida por completar uma excelente etapa e perceber que de todos os conflitos com o Jardim, ela pelo menos passara a conseguir ter coragem de lidar com as Flores da vovó.


Isso não evitava que a menina estivesse exausta de cansaço pelo próprio esforço do desafio.


Lembrar das Flores do Jardim era como ter bons pensamentos e querer a felicidade e bem estar de todos os que passassem por ali, e isso a fazia se sentir bem


Ao mesmo tempo que lembrar de que a única coisa que realmente ela conseguiu fazer foi expulsar todas elas, a aborrecia por não saber tratar com delicadeza a situação.


Nunca aprenderia ela ?


Ou já sabia desde muito que o devia fazer mesmo é manter se à distancia de tudo e de todos!


Agora já não tinha Coração, não tinha as Flores, não tinha a sua Flor preferida, e nem a Florzinha salva do Precipício.


Talvez esse jardim tenha que ficar só com ela mesma, pensava contrariada. Tão nervosa que estava a ponto de brigar com quem falasse em flores pra ela. Tocasse em qualquer assunto, fosse amigo pra o que fosse, mas não lhe falasse em lidar com Flores!




Depois da expulsão Mestre se aproxima da menina, sabendo que ela teria de acalmar, sabia que ela teria muito o que falar




E era verdade, e menina estava indignada com não sabia se o que.
Não sabia se era com a incapacidade dela de lidar com as Flores, com Coração, com a Rosa preferida, ou a Florzinha do Precipício.
Ou se devia ficar brava com todos, pela causa sabe lá do que! Ela não entendia. Só sabia que não conseguia se entender com todos e isso a deixava muito nervosa e não sabia por que.
Queria falar, mas se falasse explodiria num nervoso que nem queria ter, e como não queria expressar o que não queria ter, preferia controlar a sua exaustão. Afinal não devia ela explodir ao lado de Mestre, muito menos com Mestre, menos ainda para Mestre.


Se ela falasse acabaria por ficar muito nervosa com Mestre, então preferia não dizer nada. Mas não dizer nada naquele campeonato da situação iria dar um enfarto nela de tão entristecida por ser indelicada com tudo e com todos. Já não tinha pra onde fugir.


Aprendera controlar as suas Emoções, isso era dever no Jardim, para sempre. Mas esse próprio dever parecia que ia mata-la.


Olhou para Mestre com um meio sorriso de compreensão e seguiu em direção a sua cadeira no Jardim e pois se a escrever.


Não disse nada para Mestre. Não queria aborrece-lo, nem mexer feridas que não tinha palavras que solucionassem a questão. Não queria pressiona-lo a fazer nada, menos ainda a impor uma disposição de mudança ou que talvez ELE tivesse o próprio tempo.



O nervoso não era tanto com Mestre, era mais com a própria situação que a menina não conseguia entender. Mas ela não estava em situação e condição de resolver, nem mesmo de falar apenas pra desabafar. -Jardim não é lugar de palavras ao vento, a toa sem efeito, pensava ela, com papeis na mão.


Sabia que Mestre sabia o que ela tinha. Ela era que não sabia o que acontecia. E isso a ultrapassava do limite de exaustão desde muito tempo, sem compreender.


Abandonar o Jardim, a casa da Avó e do Tio. Não vir pra cá nunca mais. Era o que pensava a menina a fazer. Se as Flores voltassem o próximo verão, que ficassem sozinhas e sobrevivessem de cuidados próprios de Mestre.


Seria muito difícil para ela, visto que o seu sonho era Dançar com Rosa e ornamentar seu viver com as flores de um cuidado jardim de Mestre.


Mas chega! Ela estava sentindo a beira da própria morte, pela saúde debilitada de tanto esforço em tentar entender as Flores e cuidar delas.


Uma vez que fizer um juramento e prometer a Mestre não querer nenhuma Flor e que vai se viver fora do jardim, é pedir que ele afaste pra sempre essa possibilidade de jardim para a menina, e jamais a promessa poderia ser desconsiderada. Caminhar sozinha deve ser uma decisão bem pensada a respeito, era o que tinha em mente e chegava a tal.


- Não vou dizer a ele que não quero Flores, nem jardim, nem companhia na Jornada, pensava a menina - Vou deixar ele vir falar!


Pensava a menina sobre Mestre se aproximar e tocar no assunto. Ela estava pronta, não para ser indelicada, mas para mudar o dialogo. Não queria mais jardim, estava exausta disso, queria apenas sua amizade e convivência real.


Mas será que a menina estava pronta para cumprir o que pensava ?


Pensou Mestre Senhor, escutando os pensamentos da Garota


- Será que os conflitos da cabeça dessa menina alteraram sua posição de definição ?




Antes de se aproximar de Perola, Mestre Senhor tomou aquela Flor preferida da menina nas mãos e trouxe para perto da garota.




- Olá querida, esta é para você, vai conviver com você! Disse Mestre, enquanto a menina parou com as escritas na mão


- Não Mestre, muito obrigada! Disse a menina ressabiada


- Não quer Flores querida ? - A sua preferida! A melhor que você gostou ? Disse Mestre com delicadeza




- Obrigado Mestre, mas não quero Flor, se o Senhor quiser, só a sua companhia e dialogo basta.


Dizia a menina assim, para não deixar Mestre triste, mas na verdade, nem conversar muito a menina queria.




E de verdade cumpriu. Ficou tempo todo de diálogo sem tocar em Flor.


O que ela queria então?
Ela queria mesmo depois de todo o estado dela era agora só passar aquelas horas em silencio com Mestre ao lado. Conviver, e ver as reações dele, conhecer ele. Talvez vendo como ele lidava com a vida o dia inteiro, pudesse ela aprender como lidar com a vida também e inclusive com o jardim e as Flores que se tornaram um assunto insuportável pra cabeça da menina e as suas emoções.
Mestre ficou triste, porque justo na hora em que Ele trouxe a Flor preferida para a menina, ela não queria ouvir falar de Flor. Ficou tão triste que pensou em se afastar de tanta dor.

Mas se Ele se afastasse iria chorar muito, e por certo a Flor também ouviria seu choro. E o que fazer ? Onde deixar a Flor enquanto ele pudesse se esconder e virar o rosto para chorar ?
Não tinha jeito. Nem lugar para deixar a Flor, nem modo de convencer a Menina, nem como se controlar ao lado dela, sem se derramar aos prantos.
Mestre também estava aos limites de Sensibilidade, cheio de emoções e lagrimas interiores. Como fazer com que essa menina melhore? Nem a Flor dela mesmo à Desperta ? Isso era assustador para Mestre, quase desesperante.
- Será que ela vai me rejeitar, será que nunca ela vai me entender ? Ela vai viver nesse conflito ?
A menina tinha proposto ser resistente às Flores, fosse qual fosse. Seria Educada, seria gentil, até seria amiga, porque reconhecia que a falta de comunicação diária com Flores, lhe fazia mau e elas não tinham culpa dos acontecidos, caso alguma flor lhe viesse. Mas nada mas que poucos comprimentos e diálogos. Convivência apenas devida, era o limite necessário. Agora era uma meta em carreira, incluso até a sua Flor preferida.


E Mestre havia percebido isso, a menina era muito gentil, mas nem se quer olhava direito para a Flor preferida, por outro lado, a Flor que nunca se manifestara, parecia que queria se revelar, mas agora quem permanecia resistente a mais do que o necessário era a menina.


A Dor de Mestre, tendenciava a aumentar, o que fazer com o direito da menina em se alterar e se aborrecer consigo mesmo?


Após muito tempo de resistência, viu que não conseguia nada por ali. Resolveu com um disfarce se afastar da menina e levar a Flor para longe.


Foi quando a menina percebeu que Mestre iria se distanciar e não suportou mais, acabou desmaiando.
O Desmaio parecia que era momentâneo, mas aos poucos ele foi percebendo que ela havia morrido.


Pensou em esperar mais um pouco até que ela retornasse. Foi quando nessa espera passiva enganou-se de que fosse um sono.


Ela estava fria, já não respirava. Para ele só havia o silencio.
A vó não entenderia nada. O Tio menos ainda a perda da sobrinha.
Foi quando Ele viu as anotações nas mãos da menina morta.




Mestre eu não consigo falar com o Senhor, porque sei que pode resolver isso, e até agora o meu sofrimento se agrava. Eu sei que o Senhor sabe o que está acontecendo comigo e poderia me ajudar! Mas nada faz para mim que seja direto a mim com entendimento! Desculpe já não tenho nem vontade de falar!


- Eu não consigo viver sem Coração! É verdade! Sinto falta dele, saudade do que nem sei como ele poderia ser! As vezes caio na tristeza de ter formado uma personalidade para Coração que ele na verdade talvez nunca foi! Talvez o que não consiga viver é com o que eu mesmo inventei e de verdade não o Senhor Mestre! Eu tenho a culpa de ter pensado assim.


Agora não consigo viver sem Coração que eu inventei,!
Por outro lado nem consigo viver com ele!
Não o entendo mais, não compreendo suas reações, não consigo caracterizar sua personalidade, não consigo decifrar tudo isso!
Não posso aceitar que eu seja um conflito para ele! Por não entende-lo! Já entrei em tantos conflitos, fui inventar de ter cuidados com as Flores do Jardim de vovó, agora todas foram expulsas, tive que enviar Florzinha do precipício também que nem sabia que se aproximara do Jardim!
Agora estou aqui, com dificuldades até de falar com o Senhor, porque não quero ter desentendimentos com a pessoa que eu mais prezei.
Veja eu nem estou em condições de Dançar, visto que estou até tonta de tanto esforço, não consigo nem cuidar de mim mesmo quase, se não fosse a tua ajuda.

Sinto falta de me entender com o Coração, e eu sei que parte disso, foi porque não o ouvi constantemente. Mas eu não consegui, o Senhor sabe das minhas razões, para obedecer a ti, e vencer alguns conflitos, tive de deixar de seguir os detalhes do Coração por vezes. Até em casa me diziam para ter cuidado com os exageros.
Talvez Coração não queira se entender comigo, e a isso não vou força-lo. Talvez deva viver sem ele. Talvez ele deva se ir, ou eu me ir, sem Jardim e sem a Flor preferida. Ok, que seja o que o Senhor Mestre quiser, já não consigo discernir o que há em mim. E isso faz de mim uma pessoa absolutamente receptível ao que fizeres, com paciência, com gentileza, com amabilidade edificada em promessa. Me desculpe estou exausta ao extremo nessa ultima visita a casa de Vovó. Dessa vez volto pra casa e não tiro mais férias alguma, não sei lidar com isso.
Mas se eu morrer, por favor Mestre, onde eu estiver, venha assistir o meu velório, quero saber que um dia o Senhor esteve, mesmo que no meu enterro. Quanto a Coração, se ele quiser ir no meu enterro, não será impedido. Só pode ser que eu não perceba, porque se eu perceber, pode ser que eu ressuscite para viver ou para brigar com ele. Não sei qual será a minha reação Mestre. Talvez tudo em quietude mansamente seria melhor.
Esse é o quadro que me sinto e acho que me sentirei até o dia da minha morte, enquanto não me entenda com tudo isso e nem com Coração. Mas não tem problema, consigo viver perfeitamente assim Mestre, com o Senhor.Talvez eu seja a unica arte que tem o Senhor pleno ao lado, sem Coração para interferir! Não sei dizer. Só o Senhor para saber mais sobre mim.
Mestre leu a carta e ficou pensando e chorando ao mesmo tempo. O que tanto, e quanto tanto essa menina mudou! Teria saída essa situação ? Abraçou o defunto morto e chorou suas lagrimas de profunda compreensão, enquanto a campainha do portão do Jardim da casa da Avó tocou. Era um bilhete de Coração, pedindo para fazer uma visita. o Bilhete dizia:
- Querida, você pode aceitar uma visita cordial ? Assinado, seu Coração.
Mestre olhou para o bilhete e chorou mais uma vez. Pobre Coração quando estiver ciente da noticia que nem ele, nem a menina queria.
Escreveu outro bilhete de resposta.
- Meu filho, aqui é Mestre Senhor, seu amo. A menina morreu, o velório será na rua dos Presentes e Vivos Reais, ela permitirá que você venha assistir, com um breve testamento que deixou. Venha, eu estarei com você. Quem sabe nossas lagrimas nos convença e nos consolem.



Coração quando recebe a noticia muito chorou, depois de confuso, inseguro e entristecido, resolveu tomar os seus pertences e partir. Se esperançou de que Mestre poderia ressuscitar a menina.
- Se ele me fizer esse favor! Pensou Coração, serei eternamente grato!










https://www.youtube.com/watch?v=ej8f0-d_DzE
Jaci Velasquez I will rest in You Tradução

quinta-feira, 17 de maio de 2018




17.  -:- GUERREAR – O PLANTAR DA VIDA JOVEM -:-  
Construção Emotiva
15 A 24 ANOS


“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do Céu”
“ Tempo de Buscar..” Ec 3.1 – 5






Lidando com o esforço do 
a p e r f e i ç o a m e n t o  de 
S e n s i b i l i d a d e  nas..

..Mudanças
e Transformações
do querer e desejo natural



Como cuidar das Flores ?
Como as fazer viver!




Olá queridos, muito bom dia! Quero deixar aqui as minhas considerações e com todo zelo, retratar de que ontem infelizmente não foi possível registrar a atualização do Blog,  mas agora segue, o que foi escrito no dia de ontem na integra efetivamente. Espero que gostem e seja acima de tudo, para a Bênção em Deus Jeová em Edificação Espiritual completa nELE.

com Carinho -Irmã Débora. 



Coração vivia agora distante, fora dos domínios do Jardim. Definitivamente partiu. Não voltava mais para aquele Jardim.

Talvez fosse difícil, como fora os primeiros meses, mas o próprio passo, dia a dia, ia trazendo conformação e adaptação as novas diretrizes da vida.

Estranho caminhar por um caminho jamais esperado. Estranho trilhar por um caminho, todo desconhecido. Mas o melhor de tudo é que ele estava indo em direção à Mestre Senhor.

E isso mudava TUDO! Quando se tratava de Mestre, até o mais solitário trilhar se torna cheio de cuidados, ornamentos dEle e auxilio, ao fim Mestre fazia se estar, onde exatamente devia estar.
Quem perderia algo, ao lado de Mestre? Absolutamente ninguém,
Mas isso não era real para Coração. Perdera o Jardim, perdera seu habitar diário, perdera sua amizade contínua com Perola,  perdera seu diálogo eterno. E ela nem fez pouco caso em sua partida.
Devesse ele mesmo, partir. Devesse ela mesmo, estar sem Coração.

Talvez ele não se conformara. Ela não sabia, não se informara a respeito e não queria se informar também. Acrescentar dor ao desconhecido é a perca dupla. E ela por sua vez, proibiu que qualquer informante trouxesse alguma notícia. Tal nome estava extinto do Jardim.

Estava preocupada em ocupar-se aos dias contados de Florzinha aventureira ao precipício. Quantas preocupações tinha a respeito! Passava alguns dias aflita com os cenários, dança e até musica da estrela a beira do abismo. Parecia até estar doente, não se sabia se era por causa da confusão do Jardim, ou por causa de Florzinha aventureira.

- Mestre tem misericórdia de mim! Pensava Pérola, -  me perdoa se eu não devia brigar com Coração, nem dispensa-lo, mas o fiz. Me perdoe também se eu não devia a esta altura da confusão nesse Jardim, inventar de me preocupar com essa Florzinha tão querida. Ela me apareceu com tanta surpresa, que eu me pasmei de encanto e não tive outra reação diante do lugar de abismo que ela esta!
- Mestre o Senhor me conhece, e sabe que de alguma forma, eu nunca quis arrumar confusão e  jamais quis direcionar os meus dias para confusão. Me ajuda Mestre por favor. Eu peço a ti, ajuda-me!

Desde o dia em que Florzinha viu evidentemente que Coração fora dispensado, sabia que a atenção era toda sua. Para ela estava tudo perfeito! E para Pérola também, era bom que Florzinha estivesse bem, quanto melhor emocionalmente Florzinha se sentisse, menos riscos de se apavorar e se descuidar em seus dias a beira do precipício e assim tudo corria em segurança. E se para estar bem, a atenção precisava ser toda a ela, não custara Pérola tirar horas de seu tempo para a salvação de uma querida Florzinha.

Aos dias e segundos contados Florzinha dá um passo para traz, mais próximo de Pérola, começando a sair da área de perigo e quase fazendo com que a menina se voltasse a um dialogo com Florzinha.

A menina lembrou-se do decreto e se pôs a reafirmar as leis do jardim. Não deveriam ser deixadas por nada, fosse o que fosse naquele jardim da vovó.

Não travaria diálogo nenhum, com Florzinha nenhuma do jardim.

Pérola entendeu que Florzinha por se ver em cuidado atencioso, queria conversar, mas procurou mansamente e com todo o carinho e cuidado, apenas ter uma boa expressão de acompanhamento.

Foi quando Aventureira disse:

- Estou bem, mas sinto dores de cabeça!

Hã.. a menina se assustou por dentro! Assustara não com o abismo, nem com o cenário, embora o deixasse aflita por vezes. Dores de Cabeça! Não era necessário existir!
Resolveu conversar com Mestre a respeito enquanto olhava atenta
- Ela precisa descansar o mais necessário possível Mestre, ela tem de estar totalmente Mansa, para passar bem Mestre! Estou aqui vigiando e velando por ela, mas não vou falar com ela, por favor Mestre faça alguma coisa que dê oportunidade de: calma, descanso, paz para essa Florzinha não se sobrecarregar, nem andar por impulso algum em cenário.

Enquanto orava, Pérola continuou firme em sua posição de guardiã do jardim. E de cuidados gerais a tudo, orando a Mestre.

- Obrigado Mestre, porque Tú foste Fiel, tu guardaste a mim até aqui, tú guardaste cada Flor do Jardim, aquelas que talvez conheço aquelas que não, aquelas que um dia me viram, aquelas que eu nunca vi, aquelas que jamais encontrarei, e aquelas que o Senhor Mestre as fará reaparecer no meu caminho. Obrigada Mestre por tudo mesmo!

Felizmente os dias de abismos estavam contados. A Bondade, Graça e Misericórdia de Mestre era infinita e imensurável, a ponto de alcançar até as Flores do Jardim da Vovó querida.

Quanto mais o cenário de vida de cada uma delas que se dedicassem à Ele.

Florzinha queria dizer a Pérola que gostou do apoio aos dias de precipício. Queria dizer também que gostou de ver como era o Jardim da vovó de perto. E que por ela seria uma ótima ser a principal para Dançar no Jardim.

Mas Pérola parecia não querer que nenhuma Flor tivesse direito. Ao mesmo tempo que se parecia tão bondosa, não se permitia falar.

A menina não queria errar na escolha da Flor para conversar, por isso não permitia conversa com ninguém.

Florzinha ficou sem saber se Pérola sabia que ela era Agradecida sobremaneira. Sem saber como pelo menos se despedir.

Não era necessário para Pérola, ela conhecia o poder da Gratidão manifestada na Vida

Ouviu pela ultima vez a canção do cenário a beira do precipício, contemplou bem a Florzinha e disse à Mestre

- Não tem outro jeito, preciso chamar o Pássaro!

Tudo bem querida, pode chamar

Então Pérola pois se de joelhos. Chorou sobre as folhas de uma Arvore, chamada Arvore da Vida no jardim.
Onde as lagrimas derramadas sobre elas se transformavam em perfumes e iam até onde pássaro estava
Em pouco tempo Mensageiro da Liberdade estava presente

- O que aconteceu querida!? Em que posso ajudar? – É uma honra atender um pedido de Mestre, disse o pássaro curvando a cabeça diante de Pérola

- Por favor querido, levante a cabeça, eu não posso nada, mas convidei o Sr Pássaro, porque creio que podes fazer algo por mim

- E qual Honra seria ?

- Preciso que cuide dessa Florzinha pra mim, ela já está saindo do perigo, Graças a Mestre merecedor da capacidade da vida, ela já está em liberdade. Mas quando terminar esses minutos, não poderá mais ficar por aqui.

- Entendo, terá que ser transportada do Jardim ?
- Na verdade eu dispensarei todas as Flores do Jardim
- Não se esqueça que ele é da Vovó e de seu Tio também querida, disse o Pombo Mensageiro da Liberdade
- Sim, depois eu converso com ela sobre a minha decisão Mensageiro, mas agora preciso que explique com delicadeza à Florzinha
- Não quer tentar falar com ela
- Não, se eu falar com ela, automaticamente terei de falar com todas as outras e isso eu não quero, não vou mudar as leis do Jardim, além do mais se conversasse, seria tentada a Dançar e isso só pode acontecer a uma única Flor escolhida

- E não pode ser ela ?

- Não posso Dançar agora Mensageiro, não sei nada próximo sobre Aventureira, além do mais ando meia cansada, estive brigada com Coração e sem dialogo algum com ele. E acho também que todo esse percurso próprio meu, me debilitou um pouco a expor uma Dança, prefiro antes que seja tentada a Dançar sem conhecer Florzinha que você Pássaro fale com ela.

- Está bem, conforme eu conseguir convence-la de sair daqui comigo, conversarei com ela sobre você e explicarei tudo
- Eu sei que só você Pombo poderia faze-lo com traços de Mestre! Sorriu Pérola confiante, porque Pássaro sempre procura andar e fazer o que é certo para Mestre Senhor
- Vai depender do quanto ela se deixa realmente se convencer, disse Pássaro à Pérola

Com o papel no bico, Pássaro Liberdade chega para saudar Florzinha ansiosa por falar a Pérola
Coloca o papel em cima de um tronco de arvore cortada, e começa a voar ao redor do papel

As letras começam a voar do papel e a cantarem a mensagem

Prometa me que te cuidarás bem
Prometa me que buscarás as palavras de Mestre
Prometa me que não sofrerás pensando que não fostes vista, cuidada ou amparada
Prometa me que terás a Certeza em Mestre e que Ele te prepara o melhor adequado para ti
Que sim seja


Viver é uma excelente Missão 
E você fez dela uma obra Excelente para Ele!
Parabéns! 

Que sejas Feliz! 
Que sejas o Reflexo da Bênção de Mestre, para todos os teus, e os que sobre teus caminhos trilharem!
Que sejas o Intento Feliz de Mestre!
Que sejas a carta lida da motivação de Mestre!
Pois Ele te Ama, Ele se preocupa com o teu Ser! 



Aquelas palavras trouxeram sossego ao Coração de Florzinha Aventureira
Entendera ela que era considerada com estima. Fazia parte da Terra que a aceitara com Sábio procedimento de Mestre.

Ficou pensando nas palavras da Canção
Em como estava bem, como se estivera em própria Terra, em própria casa, em próprio Lar.
Mas ainda não sabia, o que poderia acontecer.

Pensamentos a dentro, quando ouviu Pássaro dizer:

- Vim te buscar para a Terra da Liberdade
- Terra da Liberdade ?
- Sim, é hora de ir, conhecer onde ela mora
- Ela quem ? perguntou Florzinha ao Pássaro que acabara de chegar com a mensagem de canção
- Pérola, a menina. Não é aqui que ela mora.
- Mas aqui não é o jardim que ela gosta?
- Esses são os dias de Férias dela, em breve voltará para sua Terra Natal
- Então ela está saindo mesmo daqui ?
- Sim, aqui não é exatamente onde ela habita.

Assim florzinha começou a deixar se convencer em dialogo manso, dedicado e com muito amor de pássaro Mensageiro, que era preciso se ir junto com pássaro para terra de Liberdade.

- Você realmente irá comigo ?  disse pássaro

Florzinha disse :  - Sim, eu irei sim

Pérola depois da confirmação, não poderia ficar nem mais um segundo ao lado de Florzinha, não podia descontrolar-se

Não deu tempo nem de olhar novamente para Pérola, quando Florzinha escuta a voz dela, ordenando às flores do Jardim

- Estão dispensadas todas as Flores do jardim. Disse Pérola em pé com olhar objetivo  - Vão cada um para as suas casas, porque um forte vento está se aproximando para ficar por um extenso tempo por aqui. E todos os viventes precisam se precaver e guardar-se em suas próprias casas e vidas.
- Mas e o baile? Diziam algumas
- E a Festa de comemoração ?
- E Coração não vai voltar ?

- Vão, TODAS! Gritou Pérola pela primeira vez a todo o jardim.
Com o grito de pressa mais pra si mesmo que para o que as Flores percebessem.
Nenhuma palavra a mais ou a menos foi dirigida às flores de todo o jardim da Vovó. Todas teriam que dar um jeito de voltarem para as suas casas, obrigatoriamente.

Com a Vovó e com o Tio conversaria depois.

Ficaria ela só, com Mestre no Jardim vazio.




https://www.youtube.com/watch?v=bG08IDzLl9s


♥.♪ My Peace ♥.♪ Maranatha Singers